segunda-feira, 26 de julho de 2010

O problema da Moral

Existe um fator social poderoso que permeia a cultura, os costumes e a lei de cada povo. É tão sólido que se torna um tema difícil de lidar, porque nos influencia profundamente, e são raros os que conseguem olhar além deste tema, para analisar qualquer fato ou fenomeno de suas vidas. A moral.

Desde a Grécia Clássica encontramos discussões acirradas sobre o assunto, mas o tema é certamente muito mais antigo, pelo contato dos antropólogos com povos silvícolas ainda resistentes no mundo identificamos que este fenomeno está presente desde nosso estágio de nomades da raça humana, variando de povo em povo, anda de mãos dadas com a religião e a tradição de cada cultura.

Mas o que é a Moral? Ao meu ver é um sistema cultural que valora determinados comportamentos e conceitos sociais que geralmente estão de acordo com a solidez necessária a se manter a estrutura de poder de uma sociedade. Nós podemos encontrar diversos autores trabalhando sobre o assunto, desde Aristóteles até Nietszche, este ultimo, dedicou boa parte de sua vida a debater este tema, que ele tão veementemente atacava, considerava a moral cristã o maior dos males da humanidade.

Acreditar em qualquer sistema de moral é antes de tudo se opor à ciência. A ideia de moral implica uma diferença, uma separação do homem em relação a natureza., como um ser "superior" ele deve indulgir comportamentos que são "diferenciados". Darwin, a genética e qualquer pensamento racional torna facilmente observável que a moral é, como a maior parte dos conceitos que a raça humana usa para moldar suas vidas, apenas um fator cultural.

Cada grupo social cria sua moral à medida em que as tradições vão se firmando, a estrutura social de cada povo explica sua moral. A moral é, acima de tudo uma arma.

Não creio ser proveitoso discutir se isso é "bom" ou "ruim", seria uma discussão moral acerca do próprio tema, e qualquer discussão moral é, acima de tudo, perda de tempo. Assim como a maior parte dos anseios do homem, a moral simplesmente é, devemos compreender a maneira com que ela é utilizada para sermos capazes de identificar quando nos escravizam com ela, o mais é puro sonho.

Enquanto o homem não perceber que "certo" e "errado" são só conceitos, ele vai continuar prisioneiro de si mesmo, mas isso também é algo natural, num rebanho sempre haverá governantes e governados.

Silvio Victor Campos

sábado, 24 de julho de 2010

A Arte de Sun Tzu

Existe uma obra sobre pensamento estratégico que atravessou milênios e continentes e continua sendo referência para qualquer situação na qual conflitos de interesses estão presentes. Esta obra, inicialmente projetada para guerra, carrega em seu escopo uma estruturação que permanece eficiente a despeito dos vinte e cinco séculos que nos separam do autor, A Arte da Guerra de Sun Tzu.

No Século VI a.C., no território onde é a atual China, existiam diversos reinos em constante estado de conflito. Este período é conhecido pela Historiografia como "Período Primavera/Outono" na qual os pequenos senhores feudais lutavam entre si por mais território e recursos. Esse ambiente altamente competitivo gerou intensa profissionalização das forças militares, criando uma competente casta militar nascida do pragmatismo inevitável daqueles que lidam com a morte diariamente.

Neste ambiente cresceu SunZi. (Sun Tzu, a versão ocidentalizada do nome), progrediu dentro das fileiras de um exercito feudal até se tornar um general de prestígio. Durante décadas aperfeiçoou suas tecnicas até que atingiram o estágio final em que foram publicadas.

No Brasil possuímos diversas editoras que traduziram o trabalho do antigo general. As mais vendidas são as Martin Claret, com sua popular tradução de bolso, uma versão bastante adaptada para o publico nacional e financeiramente acessível, da Martins Fontes temos a mais completa e diversificada, embora com um custo mais elevado. A editora Conrad possui uma versão enxuta, com uma tradução direta do chines, com um dicionário e o original em Kanji, texto integral.

É uma obra extradordinária, foi base dos trabalhos de Napoleão Bonaparte e Irwin Rommel, (o famoso rato do deserto), mais recentemente empresas passaram a realizar cursos na área e referências ao trabalho vieram a fazer parte do currículo acadêmico de cursos voltados para o ramo empresarial.

Seus conceitos são universais, é um trabalho amoral, desprovido de ideais éticos e culturais, ele trata pragmaticamente sobre a vitória, e obtenção desta com o mínimo de despesas possíveis, eficiência máxima, esta é a premissa de Sunzi.

É um trabalho essencial para todo Historiador, seja pela influência do texto, seja pela atualidade do tema.

Silvio Victor Campos

terça-feira, 20 de julho de 2010

Uma grande alternativa para Presidente da República

Lançamento da candidatura do PCB à Presidência da República em Santa Catarina

No dia 09 de julho de 2010, Ivan Pinheiro - Secretário Geral do Partido Comunista Brasileiro (PCB) e candidato à Presidência da República - esteve em Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, para o lançamento da candidatura. O ato foi realizado no Hotel Lumar, no centro da capital, com a presença de amigos e militantes do PCB e da UJC, entre eles o professor de economia aposentado da UFSC Idaleto Malvezzi Aued.

No dia 11 de julho, foi realizado o lançamento no interior de Santa Catarina, na cidade de Criciúma, região sul do Estado. Em Criciúma, estiveram presentes também o Candidato a Governador do Estado, Amadeu Hercílio da Luz, Valdelir Luiz, candidata a Vice e Rodrigo Lima, candidato a Deputado Federal, todos militantes do PCB.

Amadeu Luz é um símbolo do PCB, dedicou a vida toda à militância comunista no PCB, foi preso e torturado pela ditadura empresarial-militar. Dezenas de militantes e amigos do Partido e da Juventude Comunista receberam calorosamente a visita, sendo o lançamento seguido de um típico churrasco sulino. A imprensa local realizou a cobertura do lançamento.

Ivan Pinheiro apresentou o programa do Partido para as eleições de 2010 e a necessidade de unificação da esquerda numa frente Anticapitalista e Antimperialista permanente para além das eleições, acentuando que a fragmentação de esquerda em 4 candidaturas (PCB, PSOL, PSTU e PCO), apesar de todo o esforço do Partido para construir uma candidatura única, não deve impedir que se construa nesta eleição uma única campanha política, em torno de propostas consensuais.

Fonte:http://pcb.org.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=1810:lancamento-da-candidatura-do-pcb-a-presidencia-da-republica-em-santa-catarina&catid=73:eleicoes-2010

Rock in Rio voltará para o Brasil em 2011

Depois de quatro edições em Portugal e duas na Espanha, o Rock in Rio finalmente voltará a ser no Brasil. Segundo o site da revista Veja, a prefeitura do Rio de Janeiro e o empresário Roberto Medina já acertaram a data: setembro de 2011.

Os shows devem acontecer no bairro de Jacarepaguá, zona oeste da capital fluminense, em um parque permanente, que será usado para outros eventos futuros. A ideia é evitar o que aconteceu com a Cidade do Rock, que sediou o Rock in Rio anteriormente e se encontra abandonada.

A última versão do festival no Rio de Janeiro aconteceu em 2001.

Fonte: http://www.omelete.com.br/musica/rock-rio-voltara-para-o-brasil-em-2011/

Patrimônio Histórico de Mato Grosso: Antiga senzala na fazenda Jacobina

domingo, 18 de julho de 2010

Uma mudança de poder no mundo.

As duas grandes guerras do século XX foram a maior disputa de poder da História da humanidade. O primeiro conflito nasceu de um ímpeto colonialista, mas nos anos de intervalo em que as grandes potencias européias respiraram para lutar novamente os paradigmas socio-econômicos do mundo mudaram sutilmente, caminhando na direção da futura globalização. Assim as potencias lutaram novamente, e graças a força bruta, como no caso da União Soviética, ou a astúcia, como os EUA, emergiram ambas as grandes potencias do século passado.
O tempo passou e a União Soviética se exauriu, parecia que os EUA seriam a potencia definitiva mas os paradigmas do mundo começaram a mudar novamente. A Europa se uniu, e surgiu um novo fator, a China.
Os paradigmas de poder estão em movimento novamente, o mundo bipolar do século XX se encaminha para um novo sistema, uma multipolarização. Liderados pelo poderio economico da hiper-massificação chinesa, potencias médias como India, Russia e Brasil, nessa ordem, caminham para ocupar postos chave na economia mundial.
A mão de obra barata, os mercados consumidores ainda por descobrir e as potencialidades e recursos pouco explorados ao longo dos ultimos séculos colocam estes países em condições de competir e até suplantar o gigante norte-americano.
Temos de estar atentos a isto, esta mudança de poder em direção do oriente é inevitável. A China e a India possuem praticamente metade da população da humanidade, se considerarmos essa lógica só é óbvio que eles dominem o mundo.
O Brasil tem uma oportunidade de ouro para enriquecer às custas desse gigantismo populacional. As vastas reservas recursais e as terras mal exploradas pela pecuária extensiva de corte, o potencial energético e a posição estratégica na America do Sul, temos tudo para nos beneficiar desta mudança de poder. Essa imensa massa populacional vai precisar de bens de consumo, é aí que entra uma administração economica inteligente, nesse ponto chave está uma oportudidade.
Existem perigos nesta transição, e haverão crises à medida em que o poder migrar seguindo o Capital.
Devemos superar essas noções artificiais de nacionalidade e apegos ideologicos pouco eficientes, o Capitalismo de massa venceu, e a massificação é o caminho do Capitalismo globalizado.
Nós podemos ser pobres e cheios de ideais ou enriquecermos com a exploração do Capital e de nossas potencialidades.

Silvio Victor L. Campos

sábado, 17 de julho de 2010

Polícia: Segurança que impõe o medo

A Polícia no Brasil tem como objetivo proteger o cidadão contra qualquer tipo de crime ou atividade que venha a prejudica-lo. Ou seja, deve fazer com que o brasileiro possa caminhar sem medo nas ruas e ainda se sentir protegido, pelo menos era o que deveria proporcionar ao cidadão. Mas será que na prática isso acontece?


Desde muitos anos a Polícia é o órgão que reprime as manifestações populares com a velha desculpa de manter a paz e a ordem. Há um tempo atrás tivemos a oportunidade de assistir nos telejornais como que a nossa polícia atua contra o povo e defende os governantes que agem na corrupção. Após o escândalo do Mensalão do Democratas, vários estudantes e representantes de partidos de oposição foram protestar contra a falta de respeito que aconteceu em Brasília. Porém, infelizmente houve um grupo de pessoas, os mesmos que trabalham para garantir a segurança do povo, que não deixaram a manifestação ocorrer. Ao invés dos envolvidos no mensalão irem presos, quem saiu na pior foram os manifestantes. Alguns foram presos, outros saíram machucados. A Polícia não perdoou nem quando mostraram flores a eles, que é um gesto contra a violência, jogaram spray de pimenta e agiram com brutalidade. Até parece que os manifestantes estavam praticando algum crime.

Os policiais obviamente devem pensar que, por ocuparem este cargo, carregarem uma arma e usarem uma farda, podem agir com falta de respeito contra o povo.

A Constituição brasileira garante que a Segurança Pública é dever do Estado. Portanto é necessário que o Poder Público faça algo para conter a fúria desses policiais, que se sentem no direito de espancar, torturar e humilhar os membros da classe menos favorecida e apoiar a classe dominante. Não é por acaso que vários artistas brasileiros já manifestaram sua indignação, exemplos: Titãs com a música Polícia; Plebe Rude com Proteção; Capital Inicial, Veraneio Vascaína, etc.

Felipe Ferraz

Liberdade de expressão

A repressão contra a Marcha da Maconha no Brasil vem provando que, cada vez mais, o que está escrito na Constituição e tem como finalidade beneficiar a população brasileira, é apenas uma forma de iludir a classe oprimida. A grande elite conservadora do Brasil é quem dita as regras, eles falam, o povo tem que se calar, a população se manifesta, eles logo calam a voz dos brasileiros.


No artigo 5º da Constituição está garantida a liberdade de expressão, por meio de “atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independente de censura ou licença”, e ainda, “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”. Será que realmente temos este direito? Pelo que as autoridades brasileiras demonstram nas práticas de repressão aos movimentos sociais como a Marcha da Maconha, este texto deveria ser modificado para a seguinte forma: “é livre a manifestação do pensamento, desde que tenha origem na classe burguesa ou então que não venha a contrariar a grande elite brasileira”. Se fosse desta forma escrita talvez ficasse mais fácil o povo engolir essa mentira. Pois na teoria o texto é bonito, garante muitos benefícios aos brasileiros, mas na prática nossos queridos policiais e os excelentíssimos governantes não deixam o povo expressar seu pensamento. Entretanto, o que mais nos deixa indignados é o fato de pessoas de origem mais humilde não terem acesso a esse conhecimento, é como a bíblia foi no passado, não é qualquer um que deve ler. Se grande parte da população pobre brasileira tivesse acesso aos textos da Constituição, talvez esse quadro fosse diferente. Mas é claro que os burgueses não querem que os brasileiros tenham muita informação sobre seus direitos, pois isso causaria a “desordem” que eles tanto combatem e talvez até os tirasse do poder, pois quando a população acordar e perceber que seus direitos básicos, previstos em lei, não são respeitados, garanto que muita coisa mudará em nosso país.

Voltando a discussão sobre a repressão da Marcha da Maconha, o artifício que o Poder Público usa para combater a manifestação é o velho discurso: “estão fazendo apologia às drogas”. Será que realmente fazem apologia? As pessoas que participam da passeata não dizem que usar maconha é bom ou algo parecido, apenas expressam um desejo, que é a descriminalização e a legalização do narcótico. Se fossemos falar em apologia, logo podemos chegar à conclusão de que a Polícia faz apologia à violência, alguns políticos brasileiros fazem apologia à corrupção e as emissoras de TV fazem apologia ao uso de bebidas alcoólicas, mais especificamente a cerveja, e ao uso de cigarro (qual o motivo de ter um fumante em uma novela?). O problema é que não há ninguém para reprimir a apologia que eles fazem, já em relação às manifestações populares, muitos setores da sociedade contribuem para que a voz do povo se cale.

Para finalizar, queremos deixar claro, não estamos querendo dizer que a maconha deve ou não ser legalizada ou se faz bem ou mal. O fato que é importante ser destacado no momento é a falta de liberdade de expressão que existe em nosso país, principalmente pelo motivo de que alguns direito básicos, previstos em lei, não são respeitados pelas autoridades do país. Aonde está a democracia que os burgueses tanto falam? Por acaso é uma democracia exclusiva? Algo restrito a uma minoria que domina e manipula o Brasil? Essa é uma questão de se pensar e de ser mudada o mais rápido possível, antes que voltemos a um período em que não haverá realmente nenhuma liberdade de expressão

Felipe Ferraz

Ditadura Militar: Anos de vergonha para o Brasil

O Brasil viveu, no período entre 1964-1985, uma época de sofrimento, ausência total de liberdade de expressão e muita falta de informação. O Regime Militar deixou a população brasileira sem voz para reivindicar melhores condições de vida e tirou do povo o direito de ter acesso à cultura nacional.

Tudo começou quando o presidente João Goulart (Jango) foi deposto por um golpe militar em 31 de março de 1964. O motivo que alegaram foi o fato de as reformas que Jango implantaria no país fossem consideradas de esquerda, um dos exemplos foi a Reforma Agrária. E para se proteger deste “perigo”, os militares, apoiados por parte da classe conservadora da sociedade, aplicaram um golpe militar. Uma importante instituição que foi a favor do golpe foi a Igreja Católica, porém após algumas autoridades da igreja serem torturadas, retiraram seu favorecimento ao regime. A partir desde período a presidência do Brasil foi sendo composta, até o ano de 1985, por militares, que utilizaram os Atos Institucionais para colocar em extinção o pluripartidarismo, calar a voz dos brasileiros, dentre outros fatos.

Os artistas que manifestaram sua revolta contra a ditadura foram duramente censurados, Geraldo Vandré e Chico Buarque são grandes exemplos da falta de respeito que havia contra a cultura nacional.

Para tentar combater o regime, parte da sociedade se uniu em heroicos grupos de esquerda com o intuito de derrubar a ditadura através de manifestações populares e alguns acreditavam que a única saída seria a luta armada, devido à rígida repressão que havia na época. Por parte dos governantes, existia uma política extremamente anticomunista e os militantes que eram pegos, sofriam severas torturas. Esta tática era utilizada para chegar até os líderes revolucionários, bem como para intimidar qualquer atividade considerada subversiva.

Tudo isso aconteceu devido à posição ideológica medíocre que o Brasil viveu no período da Guerra Fria. Recebendo o apoio dos Estados Unidos, parte da sociedade brasileira apoiou o Golpe de 64 acreditando na desculpa totalmente infantil que havia na época, que era o combate ao “Perigo Comunista”. Porém, parte da historiografia comprova que a direita criou este perigo para instalar um governo extremamente autoritário no país.

Felipe Ferraz

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Zeitgeist

Zeitgeist - Um documentário da Era Virtual

Zeitgeist é um termo do Alemão que significa literalmente "espírito do tempo", mas em uma tradução livre, aculturada para o portugues brasileiro pode significar "espírito de uma época". É um documentário típico dos que se encontra em abundância na internet, interessantemente produzido, com temáticas chamativas e conteúdo duvidoso.
São na realidade três documentários editados em um, seus temas são Religião, Política e Sociedade, posto por considerar interessante e pertinente o clima de discussão que ele pode gerar, entratanto considere seu conteúdo cientificamente questionável. De qualquer forma, é útil à Comunidade Acadêmica ainda que seja pela sua capacidade de incitar o debate, tão raro na "sociedade totalizante" que nosso digníssimo Fouchault tanto critíca.

Neste link pode-se assistir o video na integra (em torno de 2 horas):
http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906#

Para um estudo mais aprofundado, aconselho começar pelo artigo nacional sobre o documentário na própria wikipedia, embora esta não possua em si uma credibilidade sustentável, indica obras interessantes sobre a matéria.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist,_o_Filme

Silvio Victor L. Campos






Uma jornada principia.

Hoje damos início a uma caminhada.


A turma de História de 2010/1 da Unemat de Cáceres, constitui este espaço para publicação de toda sorte de artigos e matérias de interesse historiográfico e cultural que considerar pertinente, eu, tenho orgulho de ser o primeiro a postar e dar assim início as atividades deste espaço que, esperamos, seja um ponto de encontro de acadêmicos e qualquer interessado nos temas.


Silvio Victor L. Campos